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5 maneiras de como escavar um túnel

5 maneiras para escavar um túnel

Há um mito de que os túneis são extremamente custosos, que exigem uma obra de alto risco e que só podem ser escavados em rochas extremamente rochosas. Ao contrário do que todos pensam, para iniciar a construção de um túnel, nem sempre é necessária ajuda de dinamites e escavadeiras. A JZ Engenharia vai apresentar os principais passos para se construir um túnel.

TRINCHEIRAS OU VCA

Também conhecido como método destrutivo, devido à sua interferência na superfície, o método de trincheira, ou VCA, é utilizado em condições geotécnicas e geológicas variadas. O recobrimento costuma ser baixo, de até 20 m de profundidade, sendo aplicado onde não há interferência com o sistema viário, ou onde seja possível desviar o tráfego sem que isso cause grandes transtornos.

TÚNEIS MINEIROS (NATM)

O método NATM é utilizado com sucesso na construção de túneis e estações subterrâneas de grandes dimensões. Uma de suas vantagens é a adaptabilidade da seção de escavação, que pode ser modificada em qualquer ponto, de acordo com as necessidades geométricas e de parcialização da escavação, que, às vezes, se torna necessária em maciços pouco competentes ou que estão sob forte pressão hidrostática. Nesses casos, outras medidas associadas à aplicação desse método são rebaixamento do lençol freático, revestimento prévio e as mais comumente usadas, injeções químicas ou de cimento.

O NATM consiste na escavação sequencial do maciço utilizando concreto projetado como suporte, associado a outros elementos como cambotas metálicas, chumbadores e fibras no concreto, em função da capacidade autoportante do maciço.
Por meio do método NATM, a deformação do maciço adjacente é deliberadamente favorecida, adaptando-a ao contorno escavado, bem como redistribuindo e reduzindo as tensões máximas induzidas, evitando-se assim a desagregação do maciço.

MECANIZADO (TBM – TUNNEL BORING MACHINES)

A escavação de túneis em terrenos brandos, ou pouco competentes, sempre se constituiu em um grande desafio, finalmente vencido em 1825, por Marc I. Brunel. Ele construiu o primeiro túnel sob o Rio Tâmisa mediante o avanço de uma couraça metálica sob a qual a escavação e o revestimento podiam ser feitos em segurança. Essa primeira couraça (em inglês, shield) evoluiu com o tempo e hoje se desdobra em diversos tipos de máquinas tuneladoras (Tunnel Boring Machines – TBM). Outra grande evolução da técnica de engenharia de túneis é a utilização de máquinas para a escavação em rochas competentes e duras em substituição à escavação com uso de explosivos. Na escavação de rochas, muitas vezes a utilização da couraça pode ser dispensada.

O Metrô de São Paulo foi o primeiro a utilizar, no Brasil, uma máquina tuneladora de grande diâmetro e que a população paulistana logo apelidou de “tatuzão”. Esse método construtivo foi aplicado desde a Linha 1-Azul, executada nos anos 70, até o novo projeto da Linha 4-Amarela, que previa a utilização de uma grande máquina para a escavação dos túneis de via.

A escavação é efetuada por equipamento mecanizado, com frente aberta ou fechada, sob a proteção da couraça. Imediatamente atrás, ainda dentro da couraça (eventualmente fora dela, quando o maciço permitir), é montado o revestimento segmentado pré-moldado de concreto (ou metálico). O avanço da máquina se dá pela reação de macacos contra os anéis de revestimento já montados. No caso de TBM para rocha, sem couraça, o avanço se dá mediante sapatas ancoradas nas paredes laterais do túnel.

Execução de tunnel liner
Classificado como solução não destrutiva, o tunnel liner é uma técnica para a abertura de túneis estruturados com segmentos de aço corrugado. É indicado para a realização de obras subterrâneas em diferentes tipos de solo, especialmente em áreas urbanas. Nos últimos anos, várias aplicações foram desenvolvidas para essa tecnologia. Redes de esgotos, passagens de veículos e pedestres, passagens de cabos de telefonia e energia, além de aplicações em obras metroviárias e na mineração são alguns exemplos. Mas é especialmente em obras de drenagem de águas pluviais que o sistema vem sendo aproveitado.

Fonte: www.jz.eng.br

Ferbasa reduz preço do ferro cromo para a Europa

Ferbasa Reduz Preço Do Ferro Cromo Para A Europa

Ferbasa (FESA4) informou nesta quarta-feira (18) a redução de 1,9% do preço do FeCrAC (ferro cromo alto carbono) comercializado para a Europa. Com isso, o produto será vendido a US$c 102/lb.Cr. O novo preço se refere ao quarto trimestre do ano e passará a vigorar a partir de 1º de outubro.

A Coinvalores destaca que o novo preço representa uma queda de quase 25% em um ano. A corretora lembra que ligas de cromo foram responsáveis por quase 60% da receita total da companhia no primeiro trimestre do ano. Portanto, seus papéis devem reagir de forma negativa à novidade.

A Ferbasa fechou o primeiro trimestre do ano apresentando queda de 27,4% no lucro líquido. O valor, antes em R$ 63,5 milhões no primeiro resultado de 2018, passou para R$ 46,1 milhões.

A receita líquida ficou praticamente estável, tendo registrado leve desempenho de 0,1% no período. Dessa forma, o valor fechou em R$ 348,8 milhões, influenciado pela redução de 13,2% no volume de vendas de ligas de cromo e silício, este compensado com o aumento da venda de madeira e pela receita dos parques eólicos.

Argamassa para corte de rochas HRock

Argamassa expansiva HRock substitui o uso de explosivos em desmonte de rocha

Um  produto inovador para demolição de rochas e concretos sem a necessidade de licença prévia

Locais onde a demolição não pode ser realizada com o uso de explosivos, normalmente pedem soluções diferenciadas. É ai que entra a argamassa expansiva HRock.  Também conhecida como desmonte a frio de rocha, a técnica utiliza um agente composto à base de cal virgem. O material é misturado com a água, provocando uma reação química de alto poder e enorme tensão expansiva, superior a 7 mil toneladas por m2. Assim, a argamassa expansiva HRock tem capacidade suficiente para desmontar qualquer tipo de rocha ou concreto, uma vez que a resistência desses elementos é inferior à 3 mil toneladas por metro quadrado.

Indicada para espaços reduzidos ou áreas urbanas, o uso desse material normalmente é destinado para corte e remoção de rochas e concretos encontrados no momento da execução das fundações. Se houver água nos furos que receberão a argamassa, é necessário encapsular o material, já que o contato com mais liquido alterará a reação química.

O planejamento da demolição usando a argamassa expansiva HRock começa na escolha do horário para realizar a ação. É recomendado que aconteça antes do sol sair ou no inicio da noite, quando as temperaturas estão mais baixas, assim a reação não é acelerada. Além disso, é importante contratar empresas especializadas na aplicação do produto, desse jeito não há como a argamassa não reagir.

Descubra como funciona a Argamassa Expansiva HRock

A reação que a argamassa expansiva HRock atinge nada mais é que a hidratação do composto químico, fazendo com que ele se expanda. O movimento provoca uma força de compressão no espaço entre os furos carregados, gerando uma força de tração que provoca trinca no material e posterior ruptura. Geralmente, o produto demora cerca de 12 horas para agir e fazer com que a estrutura a ser removida fique toda fragmentada. Com o material fragmentado, eles podem ser removidos para fora do canteiro.

Uma das grandes vantagens da argamassa expansiva HRock é poder ser usada em locais sem precisar de isolamento e nem de mão de obra especializada. Outro ponto positivo é que não é necessário adquirir nenhuma licença para sua utilização. Se a sua obra se encaixa nessas necessidades, a HRock pode te ajudar. Faça seu pedido com a gente, clique aqui e solicite um orçamento.

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